Todas as religiões que pregam a democracia têm que morrer.

No coração do Estado Islâmico

Jürgen Todenhöfer, 74 anos, é o 1º jornalista ocidental a visitar o Isis na Síria e no Iraque, e a sair vivo. Avisa: o Isis é mais forte e perigoso do que imaginamos. 

Independent faz um resumo da entrevista impactante do jornalista alemão ao voltar para casa, antes de publicar seu  livro. Foi acompanhado do seu filho, que filmou e gravou as entrevistas.

Além de assinalar que o Isis ocupa hoje uma área maior que a do Reino Unido e se tornou um Estado organizado, diz que numa encontrou tanto entusiasmo e tanto êxtase em uma zona de guerra.

Todenhöfer afirma que o mais preocupante é os guerreiros islâmicos crêem que “todas as religiões que pregam a democracia têm que morrer.”

Acreditam que o destino do Isis é “conquistar o mundo”. Quem não aceita a interpretação deles do Corão deve morrer. As únicas religiões a serem poupadas são o judaismo e o cristianismo, pois são “people of the book” – os povos do Livro.

Todenhöfer diz que se trata da maior estratégia de limpeza religiosa que jamais se planejou na história da humanidade.

Leia mais em português em O Povo e no DW.

isis

O livro “Dez dias no Estado Islâmico” sai nesta semana

 

 

 

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Planejador de marca e comunicação. Fundador da agência NBS e do Grupo de Planejamento de São Paulo. Ex- Presidente e atual consultor do Conselho Diretor do Instituto Socioambiental. Saiba mais
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