O Flash da Adobe a caminho da extinção

Quando surgiu nos anos 90, era o máximo de modernidade que um site poderia ter, o estado-da-arte do conteúdo interativo. Mas isso está acabando.

A Apple foi a primeira a renunciar ao charme miltimídia do Flash. Desde que saiu o 1º iPhone, nenhuma versão do iOS o rodou. Em 2010, Steve Jobs publicou uma carta aberta explicando porque o Flash era nocivo e não seria mais apoiado.

Cinco anos depois, parece que toda a Web chega à mesma conclusão. Agora é o Chrome da Google que bloqueia os anúncios em Flash. Mozilla está distribuindo o navegador Firefox com o plugin do Flash desativado por default. A Amazon proibe anúncios em Flash nas suas páginas.

O infográfico da Statista abaixo revela que, enquanto metade dos sites existentes na Web em 2011 rodavam Flash, hoje esse número caiu para 20%. É o que publicou o Business Insider: Slowly but surely, web sites are abandoning Flash – “Devagar e sempre, os sites da Web estão abandonando o Flash”.

Não são poucos os pecados do Flash, porém dois deles são sérios. Primeiro, provou-se que esgota a bateria de laptops e notebooks. Depois, mais grave, em diversas ocasiões, representou a porta de entrada de vírus e contaminações maliciosas.

O último reduto do Flash é a propaganda. Os banners atuais dependem dele. Mas até o Ad Age já avisou as agências de que precisam mudar e buscar outros recursos para anunciar na Web: Flash Will Soon Be Obsolete: It’s Time for Agencies to Adapt – “O Flash Logo Será Obsoleto: Está na Hora das Agências se Adaptarem”.
Infographic: The Web Is Turning Its Back on Flash | Statista
You will find more statistics at Statista

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Planejador de marca e comunicação. Fundador da agência NBS. Vice-Presidente do Grupo de Planejamento. Presidente do Conselho Diretor do Instituto Socioambiental. Fotógrafo amador, blogueiro e pescador idem. Saiba mais
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