Fat & Furious Burger

Entediados com a falta de opções de sanduíche onde trabalham em Paris, dois designers resolveram experimentar na cozinha do estúdio todo tipo de variação. E depois editaram esse livro com as melhores receitas.

Especificamente, tomaram os burguers como referência e criaram um ritual diário. Dedicaram uma hora e meia em todo almoço para imaginar uma combinação, sair para comprar os ingredientes, voltar, cozinhar e comer. E aprovar ou reprovar a receita do burguer inventado.

Thomas Weil e Quentin Weisbuch, sócios do Studio Furious de desenho gráfico e fotografia, tem outros projetos relacionados a cozinha e culinária.

Em setembro de 2014, lançaram o livro Fat & Furious Burger que, apesar do título em inglês, é escrito em francês. Não menos do que 60 receitas para estômagos e fígados intrépidos e kamikazes, como advertem os próprios autores no site.

Não li o livro nem provei receita alguma. Nessa perspectiva preconceituosa, acho que isso que vejo não tem nada de burguers, a não ser o fato de conter duas meia-luas de pão arrendodado. Buns, como dizem os americanos.

Aliás, também não gostei do burguer Game Over, alusivo à bandeira brasileira e ao futebol. Indireta ao vexame dos 7 x 1? Sacanagem.

Porque, para mim, no fundo, no fundo, burguer é o que o Gordon Ramsay mostra aí embaixo.

Gordon2burgers

 Fonte & Foto: Studio Furious 

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Planejador de marca e comunicação. Fundador da agência NBS. Vice-Presidente do Grupo de Planejamento. Presidente do Conselho Diretor do Instituto Socioambiental. Fotógrafo amador, blogueiro e pescador idem. Saiba mais
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