Dia das Mães GOL

A Gol fez a melhor campanha dos Dias da Mães que eu conheço, em todos os tempos. Parabéns. Faço questão de deixar a marca no título, em caixa alta.

Certamente não agrada a todos. Respeito e amor à diversidade em dose tão alta deve mexer com muita gente, para o bem e para o mal. Os deputados Eduardo Cunha e Marco Feliciano certamente passaram mal. Bem feito.

No filme que mais gostei, a metalinguagem por trás da história de um casal homossexual  –   em que dois homens brancos adotam um menino mulato, constituem uma família amorosa e se revezam no papel da mãe  –  revela o máximo da sensibilidade e sintonia que uma marca pode ter com seu tempo e o seu mundo, no Dia das Mães.

A função materna continua na ausência da figura feminina e pode ser realizada de outra maneira. O garoto é o pequeno Paulo Henrique, mineiro de cinco anos. Foi rejeitado meses antes, por casais heterossexuais que o acharam “feio” ou “negro demais”. Em seguida, foi adotado pelo jornalista Gilberto Scofield Jr. e seu companheiro, Rodrigo Barbosa, que vivem juntos há doze anos.

Da mesma maneira, em outro filme, Mônica adota uma criança sózinha e, na ausência da figura masculina, também cumpre um duplo papel, assumindo as funções maternas e paternas com amor e generosidade.

Veja a campanha completa, assinada pela agência TV1 e produzida pela  TBL, nesse vídeo resumido, com links para os três filmes.

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Planejador de marca e comunicação. Fundador da agência NBS. Vice-Presidente do Grupo de Planejamento. Presidente do Conselho Diretor do Instituto Socioambiental. Fotógrafo amador, blogueiro e pescador idem. Saiba mais
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